sexta-feira, 20 de novembro de 2009

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Votem e divulguem - É para nós





O CHMA tem como área de influência os concelhos de Santo Tirso, Trofa e Vila Nova de Famalicão localizados no norte do país, abrangendo uma população de 250 000 habitantes.

Objectivo:Os principais objectivos que pretendemos atingir com este projecto são melhorar as condições técnicas de atendimento à criança e ao jovem e, com elas, promover uma maior humanização dos cuidados.

Descrição:É um projecto para aquisição de diverso material, contemplando aspectos novos para o nosso contexto,revelando-se imprescindível para uma prática de excelência. As selecções do material para o internamento, para o conforto e para o lazer que fizemos são as que nos irão permitir alcançar os nossos objectivos.

Para ser aprovado o projecto deve ser votado pelo maior número de pessoas possível.

Clica no título.

Pensamento do Dia

FELIZ FOI ALI BABÁ,
QUE NUNCA VIVEU EM PORTUGAL.
ASSIM, SÓ CONHECEU 40 LADRÕES!
By Zé Costa

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Procura-se BICIATU

Dá-se recompensa a quem fornecer informações sobre paradeiro do desaparecido Miguel Silva, engenheiro chefe desta "colectividade".
Não é que "sintamos muito a falta dele" mas dá jeito para desenrascar aqueles problemas estúpidos que só o engenheiro chefe consegue resolver. AHAHAHAHAHAH
Aparece homem!...!....!....

PS - Qualquer exigência de recompensa pelas informações, terá de ser satisfeita pelo desaparecido uma vez que somos uma colectividade sem fins lucrativos. (tipo amigos do Sócrates)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Domingueira - 15/11/09


No próximo Domingo lá estaremos para mais uma domingueira fantástica.
À hora do costume, no lugar do costume ...

1 - Soltem a parede
2 - Airó

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Crónica de uma aventura


Os BICIATUS, Délio, Salada, Zica, Zé Costa e o BIFANA Chouiça, fizeram-se ao caminho para cumprir uma promessa feita pelo Salada de ir a FÁTIMA de bicicleta.

Partimos da Ribapão pelas 7,30h do dia 7, rumo a Águeda, com passagem por, Santo Tirso, Ermesinde, Maia, Porto, com a primeira paragem a ser efectuada na Ribeira de Gaia, para um cafezito.
Convenhamos que da maneira que chegamos a Gaia, completamente encharcados, o que mais nos apetecia era algo quente para aquecer o espírito.
Continuamos a nossa caminhada pela marginal até Espinho, onde começamos a provar monte e os caminhos rurais.
Logo depois de passarmos St. Maria da Feira, ao tentar encontrar o rumo certo no meio de um eucaliptal, fomos literalmente atacados por milhares de melgas que se deliciaram com os corpinhos do Salada e do Chouiça. Era mais fácil encontrar pele com mordidelas de melgas do que sem mordidelas.
Depois de passarmos por uma farmácia para tratar das “picadas de enfermeiro”, lá chegamos ao nosso destino em Águeda, por volta das 18h, com 144 km percorridos, um acumulado de 1315mt e com 100% de água no organismo.
Em Águeda fomos superiormente recebidos na Residencial Celeste.
Uma palavra muito especial para a Dona Ana, uma simpatia de senhora, esposa do proprietário da residencial, uma residencial que recomendamos, pela qualidade, simpatia e pela total disponibilidade da Dª Ana em nos guardar as BINAS e arranjar um espaço para podermos secar todo o equipamento, encharcado pela muita chuva que caiu. Depois das BINAS guardadas e do banho tomado, a Dª Ana lá chamou um táxi, coube-nos o Sr. João de Deus, que não se importou de transportar 5 (ou seriam 4,5 já que não sei se o Zica conta por um ou meio) e só nos cobrou quando nos levou de volta á residencial, depois de um bom repasto num restaurante local.

No dia 7, a alvorada foi ás 7h e depois de tomar-mos um bom pequeno-almoço, lá arrancamos pelas 7,45 em direcção a Ansião onde terminaria a segunda etapa. Neste segundo dia o percurso foi feito maioritariamente por monte e caminhos rurais, com a excepção da zona de Coimbra onde tivemos que fazer uma longa paragem para reparar uma avaria da bicicleta do Zé Costa (eu), porque de uma assentada fiquei sem pastilhas e com o desviador traseiro a não trabalhar de jeito nenhum (birras de desviador). Aproveitamos para comer qualquer coisa e também trocar o selim do Salada porque se queixava de dores no bujão.
Avarias reparadas, estômagos abastecidos, lá partimos para a conclusão da segunda etapa.
Percorremos 107km, com um acumulado de 1380mt.
Chegamos a Ansião por volta das 19.00h, passamos pela farmácia desta feita para comprar vaselina para a já referida dor de bujão do salada. Em Ansião ficamos hospedados na Residencial Solar da Rainha, uma sombra comparada com a Residencial Celeste. Eventualmente o nome desta residencial deveria ser Residencial Solar da Rainha Estamos em Obras, uma vez que a justificação para a pouca luz, falta de cortinas, não haver televisão na sala, …, era sempre a mesma “Estamos em obras”.
Banho tomado e eram horas de degustar uma comidinha caseira muito bem preparada pelo cozinheiro, que tinha netos porque tinha casado cedo e depois era solteiro. Um verdadeiro cromo.
Quem poderá tecer alguns comentários mais “pessoais” sobre este cromo é o Zica, uma vez que ficou com o dito a “beber um digestivo”.
Após o jantar Eu, Salada, Délio e Chouiça (o Zica não quis vir, ele que explique o porquê), fomos ao café central tomar o cafezito e homenagear o Bifana Chouiça com o respectivo PORTO.
O Délio, tinha frio o “mariquinhas”, pediu um carioca de limão, e é-lhe servido não um carioca de limão qualquer, mas com mosca. Com o proprietário do referido café completamente borrachão a dizer que não cobrava nada pela mosca.
De chorar a rir.

Dia 8, alvorada às 6,45h para partida ás 7,30h.
Depois de tomado o pequeno-almoço, lá partimos em direcção a Fátima para cumprir a derradeira etapa.
Foi uma etapa muito dura, com muito frio, chuva, vento e nevoeiro, e com um arreliador furo na BINA do nosso chefe Délio, como o documentam as fotos.
Descobrimos neste dia, uma nova forma de “recauchutar pneus” e “colocar meias-solas nos sapatos”, para saber como vejam as fotografias. Um agradecimento a quem nos disponibilizou “um poço” de água para durante 30 minutos lavar as nossas binas.
Foi a etapa mais curta, 67 km, mas a que registou maior acumulado, 1100mt, os últimos 10 km foram sempre a subir.
Chegamos ao Santuário de Fátima ás 14.45,h, onde para surpresa nossa fomos impedidos de levar as Binas para o recinto.
Em Santiago de Compostela não fizeram nenhuma restrição, será que o Santiago é mais liberal que a Nossa Senhora de Fátima?
Ou será que nós Portugueses continua-mos a querer afirmarmo-nos pela negativa?
Cumprimos a promessa, e de seguida fomos á procura de balneários para tomarmos um banho quente, já que estávamos gelados por termos apanhado tanta chuva e tanto frio. Qual o nosso espanto, ao verificarmos que quer os balneários, quer o albergue do peregrino estavam fechados, pois, segundo informação recolhida não ser época de grandes peregrinações, e aqui sim, podia-mos afirmarmo-nos pela positiva e compreender que todo o ano é época de peregrinação e perceber que a fé não é uma coisa sazonal.
Tivemos que trocar de roupa na carrinha que foi buscar as nossas BINAS, depois de tanto sofrimento não eram uns balneários fechados que iam estragar o nosso sentimento de felicidade, por termos cumprido o nosso objectivo de ir com o Salada para que cumprisse a promessa de ir agradecer á nossa Senhora de Fátima tudo o que Ela tinha feito por ele.
De regresso a Famalicão onde chegamos pelas 18h, para comermos uma feijoada muito bem confeccionada pela mãe do Salada, regada com um bom maduro, mas servida na casa do Délio.

Total Km percorridos – 318 Km
Total acumulado subida – 3 795mt
Calorias consumidas - +- 15 000

Tarefa cumprida com grande empenho e satisfação.
A última peregrinação a cumprir será a Santiago de Compostela, em data a anunciar, até lá regressamos às domingueiras.


Agradecimentos:
Aos 5 “cavaleiros” pela excelente camaradagem, simpatia, compreensão e disponibilidade demonstrada.
À Nádia, por ter ido a Águeda recolher os sacos e os ter ido levar a Ansião.
À esposa do Zica e ao Paulo, por terem ido a Ansião recolher os sacos e os terem levado a Fátima e nos terem trazido de regresso a casa.
À mãe do Salada pela excelente feijoada.
Ao Délio e Sandra, sua esposa, por nos terem franqueado a sua muito acolhedora casa para comermos a feijoada, e as sobremesas.
Ao Chouiça por mais uma vez estar connosco neste evento (já tinha participado na nossa peregrinação ao São Bento da Porta Aberta).

Clica no título para ver as fotos desta aventura.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Fátima - Finalmente

Partida ..... Aqui vamos nós ..... sem mãos, sem pés, sem dentes.
Ensopados até aos ossos mas Domingo lá estaremos.