BICIATUS ao ritmo da liga inglesa......
25 de dezembro dia de Natal.
Para queimar os excessos da noite anterior lá estavam o Faria, o Toni dos L.Rápidos , o Paulo P. que apareceu acompanhado do seu irmão H.Pinheiro e eu próprio.
Mal iniciamos a viagem o H.P. lá nos foi informando que já não andava de bicla há 1 ano e que não estava em forma, pelo que, seria uma viagem soft.
Foi tudo o que queríamos ouvir, entre o Louro, Outiz e a Santa não houve subida que nos fugisse, quanto pior, melhor, o Paulo era o principal incitador, com irmãos destes..................
Já na fase final o Toni deu a ideia de bebermos o porto da praxe e iniciamos a descida, já na fase final e como um mal nunca vem só, o H. P. que também tinha problemas no travão de trás, pois tinha apanhado gordura, lá se estatelou com algum aparato mas logo recuperou para o dito cálice.
Para o ano o reencontro está garantido.
Brindámos a um feliz Natal e rumámos cada um para sua casa para nova rodada de excessos.
Boxing day, 26 de dezembro.
Como combinado lá estavam mais uma vez, o Tó, eu próprio,o Salada, o Faria e o Mesquita, designados guerreiros de sua majestade.
Fomos fazer a volta da ciclovia até à Póvoa, Vila de conde, trilhos do rio este, ciclovia, Famalicão.
Quando passávamos por Vila do Conde, já do outro lado da ponte, havia umas tendas montadas onde se vendia de tudo, metemos lá pelo meio até que se houve uma voz, "olha os ciclistas da Assunção", quem era, a menina a quem comprámos na Assunção o presunto e os chouriços, lá trocámos umas boquitas e continuámos viagem até casa.
28 de dezembro, a liga não pára.
Mais uma vez lá estavam prontos a iniciar viagem, o Álvaro, o Leitão, o Vasco S., eu próprio, o Salada, o Quim Zé, o Paulo P., o Toni e outro colega dos L.Rápidos que antes de chegar à Sé voltou para casa.
De Famalicão à Sé de Braga tudo decorreu sem problemas, fomos à Brasileira tomar um café findo o qual o Leitão e o Vasco saíram mais cedo devido ao adiantado da hora.
Os restantes iniciámos a viagem de regresso pelos caminhos de Santiago, chegados à nacional São Cosme-Braga, o Salada e o Quim Zé seguiram pela estrada, os outros fomos pelos trilhos e marcámos encontro no alto da Portela.
Feito o reencontro descemos para São Cosme e logo a seguir ao ferrugem virámos à direita e lá subimos, não percebi o porquê mas de repente faltava o Quim Zé, procurámos, chamámos e nada.
Descemos até à estrada nacional e esperámos, nada. Para cumulo ninguém tinha o telemóvel do Quim Zé, nada mais nos restou que rumar a casa embora com um misto de missão não cumprida.
Foram 55 km e cerca de 900 de acumulado.