quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Jantar de Natal 2014


O jantar vai ser na "Tasquinha do Galinheiro" , pelas 20:30h. 
Não temos Multibanco, por isso façam favor de ir buscar as notas que estão debaixo do colchão !! Eh!Eh!Eh!Eh!Eh!Eh!
Confirmado 28 pessoas (21 adultos e 7 crianças).
Ementa - Cabrito Assado




Caros BICIATUS, 

Afinal quem vai ao Jantar de Natal? 
Eu levo a minha família (4 pessoas), no entanto se mais ninguém levar, a minha senhora provavelmente não quer ir. 
Gostava de ter Feed-back sobre esta matéria. 
Em relação ao Jantar e ás sobremesas propriamente ditas, dou a sugestão de cada família levar uma sobremesa caseira (bolo, mousse, leite-creme, etc).

Confirmações até Domingo, 14 de Dezembro.


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Realidade!

Martinho dix it :

"Esta é a triste realidade do futebol Português, que nas principais competições do Mundo e arredores, apenas se faz representar pelo que de melhor em Portugal."

E, completo eu, podem comprova-lo nas eliminatórias dos 16 avos de final da Taça de Portugal.



Parabéns.

Será que o campeonato já acabou e eu não dei conta?

O FCP, naturalmente fazendo parte dos clubes de maior dimensão, já está habituado ao facto das equipas de 2ª categoria tudo fazerem para ganhar estes Jogos, que claro está, lhes dão alguma projecção e visibilidade para o exterior.

Esta é a triste realidade do futebol Português, que nas principais competições do Mundo e arredores, apenas se faz representar pelo que de melhor em Portugal.

O quadro abaixo ilustra muito bem o "Power" do DRAGÂO. Na hora da verdade, e quando for necessário, fazemos as arrumações de casa.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

NÃO CHORA NÃO..........



HIHIHIHIHIHI..........OHOHOHOHOHO............................
A Domingueira do clássico..........
Pelas 8:30h lá estavam para o pequeno almoço:
Júlio César, Maxi, Luisão, Jardel, André Almeida, Samaris, Enzo, Gaitan, Sálvio, Talisca e Lima. A estes juntaram-se o Vasco S., o Mesquita, o Ávaro, o Tó e eu próprio.
Como é normal nestas andanças lá fomos dar a volta matinal pela cidade para aliviar a pressão.
Como o Vasco tinha que estar em casa pelas 11:00h para acender as brasas (leia-se tochas para festejar) seguimos para Vermoim, Ruivães pelos trilhos do costume.
Como estávamos no "quintal do Vasco" ele assumiu a liderança, ao entrarmos no monte de Oliveira o Vasco faz uma chamada para a sua senhora.
Lá continuámos e conforme o relógio avançava a confiança aumentava na mesma proporção.
O Vasco resolve desvendar o conteúdo do seu telefonema, em dia de clássico o reforço é em minha casa.
Pela hora marcada, nestes dias nada pode falhar, às 11:00h em ponto lá estávamos, "que se iniciem os festejos vaticinou o Vasco, nada melhor que começarmos com um vinho do Porto".
Fomos recebidos pela sua "Biciata" que nos presenteou com umas miniaturas e com o "bolo do Rei Lima" e logo teve uma premonição "este aqui é o bolo do dia".
Comi logo "duas fatias" (eh, eh ,eh).
Mas, para não ficar entalado, logo bebi "2 cálices" (oh, oh, oh, uh, uh, uh).

Para finalizar uma citação:
"Estoi mui orgulhoso de mis chicos".

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Domingueira em Cernache!


Com uma manhã de muito frio, -3º, revisitei Cernache na companhia do meu irmão Rui.
Realmente é fantástico a quantidade de singles e trilhos absolutamente fabulosos, que se encontram naquela zona.

Rui e António augusto com a Figueira da Foz no horizonte.


Que dois! Não sei qual é o pior!!!!!

Single do Javali! Meu Deus !!!

Single de Condeixa A Velha!!!
Ficou definido o percurso para o CERNACHE III, a marcar oportunamente!
Ficaram feitos 51 km com 1080 mt de acumulado de subida!


Feriado de 8 de Dezembro, ao ritmo do Salada....

Pela hora combinada (mais ou menos), eu o Álvaro e o Salada decidimos rolar.
Depois do café e da natinha com muita canela, desta vez na Ribapão, decidimos rumar à Póvoa pela ciclovia, daí até Vila do Conde, regresso pelo rio, estrada nacional e de volta à ciclovia até Famalicão.
À ida para a Póvoa estava cá um frio (rolar tem destas coisas) que só senti as mãos mesmo à chegada (a partir de agora luvas de inverno). Da Póvoa a Vila do Conde pela marginal quem inchou foram as vistas após tanto regalo.

De regresso a casa, não parecendo mas custa bastante mais, as ausências dos treinos refletem-se na cadência, embora a passada fosse aceitável.
Uma ótima manhã passada a rolar e em boa companhia.
Chegámos pelas 13:00h com 68+1 Km.
Domingueira da "Válvula".
Pelas 8:30h de domingo, lá estavam uma vez mais os indefetíveis: Vascos (Sousa e Araújo), Quim zé, Paulo, Álvaro, Tó, Faria, Mesquita e eu próprio.

Subimos pela santa, passamos pelo coreto e fomos até ao topo, não conheço maneira melhor de rebentar com quem no dia anterior pouca água bebeu.
Entretanto reparei que o pneu traseiro do Faria estava um pouco vazio e ofereci-me para o encher só que a válvula interior não desapertava além de estar já um pouco torta (parecia aquelas pilas em forma de banana). Face ao estado do material foi decidido não lhe tocar.

Continuamos até perto do aterro e fomos em direção a Ribeirão, passamos a ponte e em má hora parámos na bomba da Trofa, o Faria pede alicates e começa a forçar a dita válvula, pede o adaptador e tenta encher, aquilo nem sinal de vida, nova tentativa e lá começa a encher, tira o adaptador e volta tudo à estaca zero. Numa última tentativa lá encheu mas já ninguém tirou o adaptador, lá foram 40 mn à viola.


O Paulo entretanto ofereceu-se para nos brindar com um vinho do Porto em sua casa. 

Subimos em direção a Covelas (mais uma vez por um trilho com as binas às costas) e rumámos a Famalicão (descemos por um trilho novo que na parte final pelo seu acentuado declive e perigosidade fez subir a adrenalina para os mais afoitos que não desmontaram).

Lá chegámos a casa do Paulo (onde também apareceu o Martinho só para cumprimentar, todo cheiroso e de chinelinho, o gato miou) para o brinde do vinho do porto acompanhado de uns docinhos comprados de véspera na festa de Antas e de umas rabanadas (muito apreciadas por quem provou) confecionadas pela sua cara metade, a quem desde já agradecemos a simpatia e nos voluntariamos para ir provando as iguarias que for confecionando.
 

Acabámos a volta com 37 km e 750 de acumulado.

Nota final: vai para o Quim Zé que face a algumas dificuldades iniciais de adaptação à sua nova bina, já lhe começa a descobrir os pontos de excitação, revela já um andamento de quem demonstra um certo à vontade, até já lhe quer mudar o espigão e o selim para carbono, será o mesmo que mandar colocar mamas novas.